1. “apesar de deficiente, ele é um ótimo aluno”
Na frase acima há um preconceito embutido: ‘A pessoa com deficiência não pode ser um ótimo aluno’. FRASE CORRETA: “ele tem deficiência e é um ótimo aluno”
2. “ela é cega mas mora sozinha”
Na frase acima há um preconceito embutido: ‘Todo cego não é capaz de morar sozinho’. FRASE CORRETA: “ela é cega e mora sozinha”
3. “ela é retardada mental mas é uma atleta excepcional”
Na frase acima há um preconceito embutido: ‘Toda pessoa com deficiência mental não tem capacidade para ser atleta’. FRASE CORRETA: “ela tem deficiência mental e se destaca como atleta”
3. necessidades educativas especiais
TERMO CORRETO: necessidades educacionais especiais. A palavra educativo significa algo que educa. Ora, necessidades não educam; elas são educacionais, ou seja, concernentes à educação (SASSAKI, 1999). O termo necessidades educacionais especiais foi adotado pelo Conselho Nacional de Educação (Resolução nº 2, de 11-9-01, com base no Parecer nº 17/2001, homologado em 15-8-01).
Fonte:TERMINOLOGIA SOBRE DEFICIÊNCIA NA ERA DA INCLUSÃO (Romeu Kazumi Sassaki)
Este blog foi criado para compartilhar ideias e experiências na vivência com a educação especial e as diferenças. Afinal como é díficil para todos entender que diferenças são apenas diferenças.
domingo, 5 de setembro de 2010
domingo, 25 de julho de 2010
Expressões inconscientes Preconceituosas
Após um fato ocorrido com um dos meus alunos de preconceito em seu ambiente de convívio e pesquisando algmas coisas na internet achei um artigo que fala sobre expressões que são utilizadas no dia-a-dia e que devem ser modificados por todos nós. Cito algumas:
1. adolescente normal
Desejando referir-se a um adolescente (uma criança ou um adulto) que não possua uma
deficiência, muitas pessoas usam as expressões adolescente normal, criança normal e adulto normal. A normalidade, em relação a pessoas, é um conceito questionável e
ultrapassado. TERMO CORRETO: adolescente (criança, adulto) sem deficiência ou, ainda,adolescente (criança, adulto) não-deficiente.
2. ceguinho
O diminutivo ceguinho denota que o cego não é tido como uma pessoa completa. A rigor,
diferencia-se entre deficiência visual parcial (baixa visão ou visão subnormal) e cegueira (quando a deficiência visual é total). TERMOS CORRETOS: cego; pessoa cega; pessoa com deficiência visual; deficiente visual.
Fonte:TERMINOLOGIA SOBRE DEFICIÊNCIA NA ERA DA INCLUSÃO (Romeu Kazumi Sassaki)
Vou colocar algumas outras expressões ao passar dos dias.
Abraços
1. adolescente normal
Desejando referir-se a um adolescente (uma criança ou um adulto) que não possua uma
deficiência, muitas pessoas usam as expressões adolescente normal, criança normal e adulto normal. A normalidade, em relação a pessoas, é um conceito questionável e
ultrapassado. TERMO CORRETO: adolescente (criança, adulto) sem deficiência ou, ainda,adolescente (criança, adulto) não-deficiente.
2. ceguinho
O diminutivo ceguinho denota que o cego não é tido como uma pessoa completa. A rigor,
diferencia-se entre deficiência visual parcial (baixa visão ou visão subnormal) e cegueira (quando a deficiência visual é total). TERMOS CORRETOS: cego; pessoa cega; pessoa com deficiência visual; deficiente visual.
Fonte:TERMINOLOGIA SOBRE DEFICIÊNCIA NA ERA DA INCLUSÃO (Romeu Kazumi Sassaki)
Vou colocar algumas outras expressões ao passar dos dias.
Abraços
Formatação de Letras para Baixa Visão
Boa tarde amigos
Fui em uma Jornada de Baixa Visão no Instituto Benjamin Constant em que aprendi bastante.
Ao longo do tempo vou colocando algumas dicas do que aprendi lá.
Hoje segue a formatação de letras e adaptações em folhas para auxiliar ao aluno com baixa visão em sua leitura e escrita.
• Fonte: Arial, Verdana ou Tahoma
• Corpo: 24,Negrito
• Papel Alto Contraste
• Papel fosco gramatura 90g.
• Ilustração simples.
Espero que isso auxilie.
Abraços e até a próxima.
Fui em uma Jornada de Baixa Visão no Instituto Benjamin Constant em que aprendi bastante.
Ao longo do tempo vou colocando algumas dicas do que aprendi lá.
Hoje segue a formatação de letras e adaptações em folhas para auxiliar ao aluno com baixa visão em sua leitura e escrita.
• Fonte: Arial, Verdana ou Tahoma
• Corpo: 24,Negrito
• Papel Alto Contraste
• Papel fosco gramatura 90g.
• Ilustração simples.
Espero que isso auxilie.
Abraços e até a próxima.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
A inclusão é possível?
Os PCN’s (1999, p.163) afirmam que “(...) É a atividade que deve adequar-se ao aluno e não o aluno à atividade”.
Com esta afirmação pode-se perceber que a inclusão é totalmente possível, desde que o professor se encontre aberto para discutir e achar soluções em que o seu trabalho vai adequar-se ao aluno que chega, independente da situação.
Já ouvi muitas pessoas dizendo que o aluno que deve se incluir na turma e que esta não pode viver em torno do aluno incluso, eu discordo! Assim como a citação acima, penso que o professor tem que estar preparado para trabalhar com as diferenças de forma que elas se tornem um ponto de igualdade para todos e o primeiro passo é conhecer mais e se informar.
Por esse motivo, ao lado postei links e livros onde o professor poderá buscar maiores informações sobre vários tipos de dificuldades e diferenças que os alunos irão trazer e que vai ser instrumento de trabalho do professor daí pra frente.
Espero que seja útil.
Até a próxima!
Com esta afirmação pode-se perceber que a inclusão é totalmente possível, desde que o professor se encontre aberto para discutir e achar soluções em que o seu trabalho vai adequar-se ao aluno que chega, independente da situação.
Já ouvi muitas pessoas dizendo que o aluno que deve se incluir na turma e que esta não pode viver em torno do aluno incluso, eu discordo! Assim como a citação acima, penso que o professor tem que estar preparado para trabalhar com as diferenças de forma que elas se tornem um ponto de igualdade para todos e o primeiro passo é conhecer mais e se informar.
Por esse motivo, ao lado postei links e livros onde o professor poderá buscar maiores informações sobre vários tipos de dificuldades e diferenças que os alunos irão trazer e que vai ser instrumento de trabalho do professor daí pra frente.
Espero que seja útil.
Até a próxima!
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Experiência 2
Outro aluno que eu não podia deixar de falar, foi um aluno que tive em meu estágio Supervisionado em Ed. Infantil. Autista, incluso no ensino regular, apesar de não falar era um menino esperto e aprendia muitas coisas com facilidades.
Foi interessante, no dia em que a professora estava trabalhando a escrita do nome com as crianças e ele não só sabia, mas já escrevia até algumas letras de maneira cursiva, enquanto outros alunos ainda nem conseguiam fazer o nome na letra bastão.
Foi neste momento que tive a certeza que apesar de alguns alunos não aprenderem determinados conteúdos, mesmo com a mudança de estratégias (várias vezes), eles são muito bons em outras e podem se desenvolver em outros campos. Só precisamos identificar em cada um a maneira particular de ser e trabalhar em favor desse aprendizado útil para a vida de cada aluno que nos é apresentado.
Foi interessante, no dia em que a professora estava trabalhando a escrita do nome com as crianças e ele não só sabia, mas já escrevia até algumas letras de maneira cursiva, enquanto outros alunos ainda nem conseguiam fazer o nome na letra bastão.
Foi neste momento que tive a certeza que apesar de alguns alunos não aprenderem determinados conteúdos, mesmo com a mudança de estratégias (várias vezes), eles são muito bons em outras e podem se desenvolver em outros campos. Só precisamos identificar em cada um a maneira particular de ser e trabalhar em favor desse aprendizado útil para a vida de cada aluno que nos é apresentado.
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