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quarta-feira, 18 de maio de 2016

Série TDAH - Transtorno Deficit de Atenção e Hiperatividade - Parte 6

Olá leitores

Como prometido, seguem algumas dicas para os professores que possuem alunos com TDAH. Não podemos nos esquecer que são dicas que podem ser utilizadas e não regras. Algumas dicas podem funcionar para uns e outras dicas para outras, assim é necessário conhecer o aluno e a turma em que ele se encontra, para saber quais dicas podem ser ou não utilizadas.

1 – Quando o professor der alguma instrução, pedir ao aluno para repetir as instruções ou compartilhar com um amigo antes de começar as tarefas.

2 - Sempre dê um feedback positivo, quando o aluno alcançar o objetivo, mas isso deve ser feita de maneira imediata, logo após a conclusão da tarefa.

3 - Trabalhar em duplas ou grupos.

4 -  Organizar as carteiras da sala de maneira a evitar a dispersão, alunos com TDAH não devem se sentar próximo as portas e janelas e nem nas últimas carteiras da sala.

5 - Utilizar meios audiovisuais sempre que possível, como filmes curtos, slides, cartazes ou músicas, assim o aluno tem maior chance de se interessar mais e ficar concentrado um pouco mais de tempo, além de poder recorrer aos elementos sempre que necessário.

6 -  Tabelas com prazo, utilização de post-it, lembretes e anotações podem facilitar ao aluno cumprir os prazos e não esquecer das tarefas.

7 - Etiquetar, iluminar, sublinhar e colorir as partes mais importantes de uma tarefa, texto ou prova.

8 - Respeitar um tempo mínimo de intervalo entre as tarefas.

9 - Permitir ao aluno dar uma resposta oral ou gravar, caso ele tenha alguma dificuldade para escrever.

10 - Na medida do possível, supervisionar e ajudar o aluno a organizar os seus cadernos, mesa, armário ou arquivar papéis importantes.

11 - Orientar os pais e/ou o aluno para que os cadernos e os livros sejam “encapados” com papéis de cores diferentes. Exemplo: material de matemática – vermelho, material de português – azul, e assim sucessivamente. Este procedimento ajuda na organização e memorização dos materiais.

12 - Permitir que o aluno se levante em alguns momentos, previamente combinados entre ele e o professor. Alunos com hiperatividade necessitam de alguma atividade motora em determinados intervalos de tempo. Exemplo: pedir que vá ao quadro (lousa) apagar o que está escrito, solicitar que vá até a coordenação buscar algum material, etc., ou mesmo permitir que vá rapidamente ao banheiro ou ao corredor beber água. Este procedimento é extremamente útil para diminuir a atividade motora e, muitas vezes, é ABSOLUTAMENTE NECESSÁRIO para crianças muito agitadas.

Fonte: www.tdah.org.br

Espero que tenha ajudado. 
Até a próxima

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Transtorno Obsessivo Compulsivo - TOC

Olá Queridos Leitores

Você sabe reconhecer o TOC - Transtorno Obsessivo Compulsivo?


O TOC é um transtorno mental caracterizado por obsessões ou compulsões. Muitas vezes ignorados pelas pessoas e rotulado como manias, a pessoa com TOC não percebe as repetições e as preocupações exageradas.

Os tratamentos mais efetivos que se tem para o TOC são medicamentos inicialmente utilizados no tratamento da depressão, que posteriormente se descobriu serem efetivos também no TOC, e a terapia cognitivo-comportamental (TCC) que inclui exercícios de exposição e abstenção de executar rituais (prevenção da resposta).

Quando devo suspeitar do TOC?

  • Preocupo-me demais com sujeira, germes, contaminação ou em contrair doenças.
  • Lavo demais as mãos, demoro no banho ou troco de roupas demasiadamente.
  • Evito tocar em certos objetos que as outras pessoas tocaram (corrimãos, maçanetas de portas, dinheiro, etc.) ou se tiver que tocar, preciso lavar as mãos depois.
  • Evito lugares como banheiros públicos, hospitais, cemitérios, sentar em bancos de praça ou de coletivos, por achar que que posso contrair doenças ou que são sujos.
  • Evito usar roupas de determinadas cores, evito certos números, ou chegar perto de certas pessoas porque acho que podem dar azar.
  • Verifico várias vezes, portas, janelas, gás, fogão, torneiras, eletrodomésticos, ou documentos.
  • Minha mente é invadida por pensamentos desagradáveis, que me perturbam e que não consigo afastar.
  • Preciso repetir várias vezes a mesma tarefa para ter certeza de que não fiz nada de errado, ou de que ela está bem feita.
  • Preocupo-me demais em arrumar as coisas ou que estejam simétricas, alinhadas e fico aflito (a) quando estão fora do lugar.
  • Acumulo demasiadamente objetos que não tem mais utilidade e que não consigo descartar.Resposta afirmativas para uma ou mais questões acima, podem caracterizar TOC, mas para uma confirmação exata é necessário procurar profissionais da área.

O que fazer ser tiver um aluno que apresenta TOC?

O aluno que apresenta TOC, tem uma maneira atípica de aprender, pois ao mesmo tempo que quer ser igual aos demais e prestar atenção à aula, mas as recorrentes obsessões e compulsões fazem com que prestem atenção a outras coisas e por isso o aluno pode apresentar baixo rendimento.
Por isso paciência e auxílio é fundamental. Primeiramente o aluno deve ser encaminhado para avaliação e tratamento. Se já estiver nessa fase, o professor e familiares devem auxiliar na identificação dos sinais e nos desafios que o filho ou aluno está superando de acordo com o tratamento.


O trabalho conjunto entre família, profissionais da saúde e a escola é imprescindível!


É isso, até a próxima.


FONTES:
http://www.ufrgs.br/toc/index.php/sobre-o-toc.html
http://www.astoc.org.br/source/php/015.php



sábado, 25 de julho de 2015

Estatuto da Pessoa com Deficiência Comentado IV

Olá queridos leitores
Para finalizar os comentários sobre a parte educacional desta lei, vamos falar de um assunto que ainda que ainda gera muitas dúvidas, e que ainda existe, apesar de várias leis afirmaram que é proibido!

Preciso pagar valor extra para a instituição, quando o meu filho precisar de apoio escolar (mediador, intérpretes, cuidador, etc)?

Como em outras leis, o Estatuto em seu artigo 28º, inciso XVII, vem reforçar:

XVII - oferta de profissionais de apoio escolar;
§ 1o  Às instituições privadas, de qualquer nível e modalidade de ensino, aplica-se obrigatoriamente o disposto nos incisos I, II, III, V, VII, VIII, IX, X, XI, XII, XIII, XIV, XV, XVI, XVII e XVIII do caput deste artigo, SENDO VEDADA a cobrança de valores adicionais de qualquer natureza em suas mensalidades, anuidades e matrículas no cumprimento dessas determinações.

Você NÃO precisa e não deve PAGAR, por quaisquer custos extras que é necessário para incluir seu filho. A escola que deve providenciar o material e os profissionais para que o indivíduo possa estar na escola e aprender em igualdade de condições, assim como qualquer outro aluno.

Espero que tenham gostado e que tenha sido útil. 

Abraços e até a próxima, muitas novidades virão por aí.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Estatuto da Pessoa com Deficiência Comentado III

Continuando...

Ainda no artigo 28º alguns incisos são voltados exclusivamente para as pessoas com deficiência auditiva:

IV - oferta de educação bilíngue, em Libras como primeira língua e na modalidade escrita da língua portuguesa como segunda língua, em escolas e classes bilíngues e em escolas inclusivas;
XI - formação e disponibilização de professores para o atendimento educacional especializado, de tradutores e intérpretes da Libras, de guias intérpretes e de profissionais de apoio;

Como muitos sabem a Libras é a Língua materna dos surdos. Por isso ter o intérprete e o uso de Libras nas instituições que recebem alunos nessa situação é imprescindível. Como já foi apresentado também no PNE 2014-2024, a educação bilíngue deve ser a principal escolha para o ensino destes alunos, mesmo que em escolas inclusivas.
Isso vem tirar a dúvida de muitos profissionais e de muitas famílias que ficavam indecisos de quando e onde colocar seus filhos para estudar, pois a escola não era bilíngue. Agora a escola inclusiva também precisa ofertar a Libras como primeira língua e a modalidade escrita na Língua Portuguesa.
Sabemos que esta teoria ainda está um pouco longe de se tornar realidade pois faltam também profissionais como intérpretes e professores de Libras, mas é um item que precisamos cobrar e incentivar para que o quanto mais breve possível, se torne realidade.

Além disso os profissionais de Libras devem seguir as seguintes indicações (art, 28, inciso XVII, §2º:

§ 2o  Na disponibilização de tradutores e intérpretes da Libras a que se refere o inciso XI do caput deste artigo, deve-se observar o seguinte:
I - os tradutores e intérpretes da Libras atuantes na educação básica devem, no mínimo, possuir ensino médio completo e certificado de proficiência na Libras;

II - os tradutores e intérpretes da Libras, quando direcionados à tarefa de interpretar nas salas de aula dos cursos de graduação e pós-graduação, devem possuir nível superior, com habilitação, prioritariamente, em Tradução e Interpretação em Libras. 

Fique esperto: "EDUCAÇÃO BILÍNGUE PARA SURDOS É PRIORIDADE".

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Estatuto da Pessoa com Deficiência Comentado II

Olá leitores

Dando continuidade a nossa conversa sobre o Estatuto da Pessoa com Deficiência, vamos falar agora sobre o Art. 28, como esse artigo possui muitos incisos, vou falando aos poucos, ok?

Hoje vou falar sobre os incisos II, III, XV e XVI. Vamos lá...

II - aprimoramento dos sistemas educacionais, visando a garantir condições de acesso, permanência, participação e aprendizagem, por meio da oferta de serviços e de recursos de acessibilidade que eliminem as barreiras e promovam a inclusão plena;

É importante deixar claro que não adianta só colocar o estudante na escola e pronto. É necessário que se faça as adaptações que garantam não somente a oferta, mas também a participação e a aprendizagem.
E nesse caso, não vale somente para os alunos com deficiência, qualquer estudante tem o direito de ter garantida sua participação e aprendizagem, isto é, ter um serviço educacional de qualidade e que promova a melhoria do cidadão.
E para isso outro inciso deste mesmo artigo reafirma esse compromisso, através do projeto político pedagógico.

III - projeto pedagógico que institucionalize o atendimento educacional especializado, assim como os demais serviços e adaptações razoáveis, para atender às características dos estudantes com deficiência e garantir o seu pleno acesso ao currículo em condições de igualdade, promovendo a conquista e o exercício de sua autonomia;

Ainda neste mesmo artigo mais dois incisos garantem a participação da pessoa com deficiência a qualquer espaço e atividade que a instituição disponibilize:

XV - acesso da pessoa com deficiência, em igualdade de condições, a jogos e a atividades recreativas, esportivas e de lazer, no sistema escolar;

XVI - acessibilidade para todos os estudantes, trabalhadores da educação e demais integrantes da comunidade escolar às edificações, aos ambientes e às atividades concernentes a todas as modalidades, etapas e níveis de ensino;

E quando cita “igualdade de condições” não quer dizer que farão as mesmas coisas do mesmo jeito, quer dizer que necessita de adaptações, ou não, para que a pessoa possa realizar a tarefa.

Espero que tenha ajudado, abraços e até a próxima.


quarta-feira, 22 de julho de 2015

Estatuto da Pessoa com Deficiência Comentado

Olá pessoal

Como prometido, vou postar aqui alguns comentários sobre o Capítulo IV do Estatuto da Pessoa com Deficiência, sancionado pelo presidenta Dilma no último dia 06 de julho de 2015. Esta Lei vem garantir e ratificar alguns direitos das pessoas com deficiência de maneira mais clara e atual.

Durante algumas semanas comentarei alguns artigos relacionados à educação.

Hoje começaremos com o Artigo 27.

 "A educação constitui direito da pessoa com deficiência, assegurados sistema educacional inclusivo em todos os níveis e aprendizado ao longo de toda a vida, de forma a alcançar o máximo desenvolvimento possível de seus talentos e habilidades físicas, sensoriais, intelectuais e sociais, segundo suas características, interesses e necessidades de aprendizagem.

Parágrafo único.  É dever do Estado, da família, da comunidade escolar e da sociedade assegurar educação de qualidade à pessoa com deficiência, colocando-a a salvo de toda forma de violência, negligência e discriminação."

Nesse primeiro artigo voltado para educação, é bem claro o direito de participar de um ambiente educacional inclusivo, voltado a alcançar o desenvolvimento integral das habilidades da pessoa com deficiência.
Como já comentei outras vezes aqui no blog, a desculpa de que “não estamos preparados” e “não temos como atendê-lo”, não é mais permitida.
Pais e responsáveis devem ficar atentos às instituições que utilizam essa forma “sutil” para fazer discriminação e agir com preconceito.
Mas é necessário também que estejamos atentos ao tipo de serviço que vai ser oferecido, pois como diz o parágrafo único, o serviço deve ser de QUALIDADE, então a dica é procurar instituições que já possuem alunos incluídos ou senão, ver o que estão oferecendo ou o que vão oferecer para que o aluno possa ter suas habilidades desenvolvidas, sejam elas cognitivas ou sociais. E acima de tudo fiscalizar estas instituições.
Ah, só mais uma coisa, inclusão na escola não é somente para desenvolver a socialização, para isso existem as academias, as associações, as praças e os clubes. Na escola o aluno deve APRENDER e DESENVOLVER HABILIDADES.


Fiquem atentos e até a próxima.

sábado, 26 de março de 2011

Até onde é possível?

E quando a experiência em inclusão se faz totalmente inútil?
E quando tudo se torna nada no meio da escuridão?

E é exatamente assim que eu me sinto ao ver 22 alunos, totalmente perdidos, em meio ao ambiente escolar.
E quando as diferenças os tornam iguais e nada equivale à um abraço amigo?
Ser diferente ou ser igual é muito além do que eu pensava, depois que encontrei essas crianças.
O pensamento vai além do inimaginável e o que fazer em meio a tanta homogeinidade e a tanta diferença?
As estratégias se tornam escassas e de repente eu me deparo com o seguinte relato:

"Aos 7 anos caí de uma caixa de 8 metros e perdi a memória e tudo o que havia aprendido não sabia mais. Hoje, com 13 anos, faço tratamento psicológico e por mais que eu queira não consigo aprender."

Numa tarefa simples descobri a vida de um aluno que eu nem imaginava ter essa dificuldade.
E foi aí que me perguntei se realmente estamos preparados para a inclusão.

E estou começando a acreditar que NÃO. Infelizmente NÃO. O que precisamos fazer para tornar o mundo inclusivo.

Desculpe caro leitor, mas hoje só tenho perguntas.

Abraços.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Pensamento

"Como professores temos que acreditar na mudança, temos que saber que é possível, do contrário não estaríamos ensinando, pois a educação é um constante processo de modificação."( LEO BUSCAGLIA )


ISTO DEFINE, PARA MIM, INCLUSÃO!

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Facilitar a Aprendizagem

"o fim da educação... é facilitar a mudança e a aprendizagem", isto é, segundo Carl Rogers "a tarefa do professor é facilitar a aprendizagem, que o aluno conduz da sua maneira"

Por isso o professor precisa aprender a lidar com as dificuldades e as diferenças de seus alunos para que possa assim facilitar o aprendizado e as conquistas do aluno. Não adianta querer mudar a realidade do aluno, mas entender e trabalhar com as potencialidades que o aluno tem.

É necessário olhar para o que é possível e não parar no que é impossível.

Abraços

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

I Seminário de Educação Inclusiva

Boa Noite

Venho partilhar com vocês as experiências vividas durante esta semana, na qual estou participando de um Seminário de Educação Inclusiva.
O tema é DIREITO A DIVERSIDADE. Nada mais justo do que relatar aos poucos tudo o que tenho aprendido e vivenciado lá.
Hoje foi um dia muito especial no qual junto ao Prof. Doutorando Allan Damasceno, refletimos sobre diversidades e diferenças.
E aprendi bastante neste dia de trabalho intenso, quantas experiências, quantos desafios.
O professor/educador é um profissional que trabalha muito além de sua profissão. É o profissional que deve aprender e compartilhar seus aprendizados e além disso, saber amar e dar carinho a todos ao seu redor. Por isso dizer que o professor é um profissional que está na escola para ensinar, é reduzir os educadores a meras maquinas de conhecimento. O professor, principalmente aquele que não se recusa a trabalhar com as diferenças, deve ser tratado como um ser humano que ensina mas que aprende em todos os momentos e deve ser valorizado por isso.
Para fechar o comentário de hoje cito uma frase do excelentissímo professor citado acima: "SER DIFERENTE NÃO É NORMAL, SER DIFERENTE É NATURAL".
Obrigada professor pela bela contribuição no dia de hoje.

Nos próximos dias estarei compartilhando com meus leitores um pouco mais.
Até a próxima.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Se o Folclore Brasileiro valoriza as diferenças, por quê você não?

Nosso folclore respeita as diferenças desde muito antes de se falar em inclusão.
Saci-pererê com uma perna só, Curupira com os pés virados para trás, Cuca e Caipora com o corpo diferente de tudo o que já vimos e nem assim eles foram segregados ou descartados de nossa história ou das salas de aula. Assim a pergunta é: quem de nós pode separar ou dizer que a inclusão não é possível ou dizer que aquele aluno ou cidadão não é capaz de alguma coisa?
Quem de nós atirará a primeira pedra e vai dizer que “esse tipo de aluno” (que tipo?) não pode freqüentar um ensino regular ou deve estar numa “escola especial” (para quem?).
Se você é uma das pessoas que fala ou pensa este tipo de coisa, reveja seus conceitos. Se coloque no lugar daquela pessoa e veja se gostaria que falassem isso de você.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Experiência 2

Outro aluno que eu não podia deixar de falar, foi um aluno que tive em meu estágio Supervisionado em Ed. Infantil. Autista, incluso no ensino regular, apesar de não falar era um menino esperto e aprendia muitas coisas com facilidades.
Foi interessante, no dia em que a professora estava trabalhando a escrita do nome com as crianças e ele não só sabia, mas já escrevia até algumas letras de maneira cursiva, enquanto outros alunos ainda nem conseguiam fazer o nome na letra bastão.
Foi neste momento que tive a certeza que apesar de alguns alunos não aprenderem determinados conteúdos, mesmo com a mudança de estratégias (várias vezes), eles são muito bons em outras e podem se desenvolver em outros campos. Só precisamos identificar em cada um a maneira particular de ser e trabalhar em favor desse aprendizado útil para a vida de cada aluno que nos é apresentado.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Ser Educador

"Ser educador é ser um poeta do amor. Educar é acreditar na vida e ter esperança no futuro. Educar é semear com sabedoria e colher com paciência."Augusto Cury